Série Dicionário Alimentar: abóbora

A abóbora também é bem pouco calórica e utilizada de tanto assada como em sopas, quibes e existem vários tipos

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De modo geral, as abóboras alaranjadas, são fonte de betacaroteno, vitamina C, E, complexo B, ferro, potássio e fibras. Suas sementes também são consumidas e tem óleos com gorduras insaturadas e zinco. Rica em antioxidantes ela também auxilia a evitar diversas doenças e por ser pouco calórica é usada durante processos de emagrecimento.

 

 

Pumpkins.

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Série Dicionário Alimentar: berinjela

sliced eggplant on cutting board

A berinjela é pouco calórica e muito versátil, pode ser feita cozida, assada, na airfryer,  grelhada, em conserva, ou no meio de receitas como a lasanha vegetariana.

Para escolher você deve escolher as que estão bem escuras e brilhantes, porém firmes ao tato.

Ela se destaca quando o assunto é colesterol, sua casca e a farinha ajudam muito a reduzi-lo. Além disso, tem fibras, aminoácidos, vitaminas do complexo B, A e C, cálcio, ferro, potássio e magnésio.

 

 

Pimentões: verde, vermelho e amarelo – Diferenças

pimentões

Logo de cara é fácil falar que cada cor tem um fitoquímico (ex: betacaroteno) com uma função diferente, mas uma em comum: antioxidantes!

Além disso em comum as quantidades de fósforo e vitaminas do complexo B variam bem pouco. Já em relação a vitamina C o pimentão amarelo é o campeão seguido do vermelho.

Quando falamos de potássio o amarelo e o vermelho (nessa o verde perde) tem quantidades e de cálcio o que mais se aproximam são o verde e o amarelo (nessa o vermelho perde).

As calorias são praticamente iguais, assim como a quantidade de proteínas e carboidratos (um pouquinho só maior no amarelo). Já as fibras alimentares são mais presentes no verde.

Já na cozinha quente o uso é bem diversificado e normalmente combinam-se nas receitas. Agora cru para salada eu, particularmente, prefiro o amarelo.

 

 

Quais os tipos de laranja?

Graças a Deus nosso país é muito abençoada e tem uma grande variedade de frutas!

De modo geral, eu já falei anteriormente aqui (clique aqui) dos benefícios da laranja então vou focar apenas nas diferenças apenas das principais e mais fáceis de encontrar aqui:

  • Laranja-pera: a mais utilizada para sucos de tamanho grande, ainda doce (não tanto como a lima) e acidez média.
  • Laranja-lima: a favorita das crianças, bem docinha e pouco ácida
  • Laranja-Bahia: mais amarelada, mais fácil de descascar e comer os gominhos, quase não tem sementes.

Tubérculos, Raízes, Bulbos e Rizomas: qual a diferença?

tuberculosSegundo uma matéria da novaescola.org.br:

A principal diferença entre os três é o local em que as reservas de nutrientes são acumuladas. Enquanto em bulbos e tubérculos elas aparecem no caule do vegetal, nas tuberosas elas ficam nas raízes

Segundo a Resolução da ANVISA:

Raízes, tubérculos e rizomas são as partes subterrâneas desenvolvidas de determinadas plantas, utilizadas como alimento. Ex: tubérculo (batatinha), rizoma (araruta), raiz (cenoura).

  • Tubérculos

Nos tubérculos o caule da planta fica em baixo da terra e normalmente tem formato mais arredondado: batata-inglesa, cará, inhame,

  • Raízes:

As raízes tuberosas tem seu caule* fora da terra: cenoura, beterraba, mandioca, rabanete, batata doce, beterraba e nabo.

  • Bulbos:

Seu caule* fica em baixo da terra, assim como os tubérculos: cebola, alho, funcho

  • Rizoma:

Muito similar ao bulbo, mas tem o caule modificado para frma de raiz. Exemplo: Gengibre

  • Cormos:

São rizomas que sofreram encurtamento. Exemplo: Açafrão

*Caule: gaste de plantas vascularizadas (seiva) que integra a raiz com as folhas

Achei uma imagem em: correiogourmand.com.br para exemplificar:

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Os rótulos devem mudar… Anvisa quer rótulos mais claros

A Anvisa está estudando a mudança na rotulagem nutricional dos alimentos, ela recebeu algumas propostas e, segundo a revisa O globo (reportagem de 09/17) ela quer rótulos que tenham dados mais claros para facilitar e leitura e identificação por parte dos consumirdes.

Ainda, segundo a reportagem “Vários modelos de rotulagem estão sendo estudados pela agência. Entre eles, o apresentado pela Associação Brasileira da Indústria da Alimentação (Abia), o adotado pelo Chile, o desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e o da Fundação Ezequiel Dias (Funed).

ABRAN (associação brasileira de nutrologia)

Ela fez uma proposta chamada de Nutri-score (desenvolvido pela Unidade de Paris XIII e que foi implantado em 2017 na França)

Segundo a matéria da ABRAN “As classificações são assinaladas por letras e cores diferentes, que variam do verde (classificação A), para alimentos com a melhor qualidade nutricional, ao laranja escuro (classificação E), para aqueles com a pior qualidade. No estudo desenvolvido na França para decidir qual seria o melhor rótulo nutricional, quatro opções foram comparadas,  e o Nutri-score foi considerado o melhor esquema para o consumidor.

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Instituto de Defesa do Consumidor (Idec)

O Idec apresentou o modelo de “Rotulagem nutricional frontal de advertência” com selo de advertência

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Segundo reportagem no site da Idec: “A principal mudança apresentada no modelo de rotulagem proposto é a inclusão de um selo de advertência na parte da frente da embalagem de alimentos processados e ultra processados (como sopas instantâneas, refrigerantes, biscoitos, etc.) para indicar quando há excesso dos nutrientes críticos: açúcar, sódio, gorduras totais e saturadas, além da presença de adoçante e gordura trans em qualquer quantidade.
Neste sentido, são propostas frases de advertência em relação ao uso moderado para atenção dos consumidores, a serem veiculadas em rótulos de óleos vegetais (e.g., soja, milho, girassol, oliva), gorduras (e.g., manteiga) sal e açúcar.”

Além disso os rótulos em si também terão alterações com padrões legíveis para a lista de ingredientes e a tabela nutricional., porções reais, sem publicidade se tem selo e comparáveis e ista de ingredientes mais visível.

 

A Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) em conjunto com a Confederação Nacional da Indústria (CNI)

A proposta deles é de um “Semáforo Nutricional”

FOPBISCOITO

Segundo a reportagem no site da ABIA: “O modelo é um rótulo frontal que indica, por porção, a quantidade de sódio, açúcares totais e gordura saturada, coloridos em verde, amarelo e vermelho. Foi desenvolvido com base em diversos trabalhos, numa análise do cenário mundial e em revisão bibliográfica realizada pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação – NEPA, da UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas.  A cor verde demonstra que os níveis do nutriente em questão (açúcar, gordura saturada ou sódio) são considerados baixos ou adequados para o consumo do alimento na porção quando associado a uma alimentação diária equilibrada. A cor amarela demonstra que os níveis do nutriente merecem atenção, pois sinalizam que um consumo acima da porção recomendada pode comprometer o equilíbrio da alimentação diária. A cor vermelha demonstra que os níveis do nutriente são considerados altos na porção diária recomendada e por isso devem ter uma atenção maior de consumo, quando associados a uma alimentação equilibrada.

Eu particularmente gosto da proposta da Idec associada ao da ABIA, deixando assim a composição mais evidente e a cada profissional a explicação devida ao seu paciente. Ainda assim o da ABIA me preocupa, pois o consumidor terá que interpretar as cores, porém os profissionais não ficam “à merce” de quem escolheu onde o alimento deve ficar como no nutri score.
Leia mais sobre as reportagens citadas:

https://oglobo.globo.com/economia/defesa-do-consumidor/anvisa-quer-que-rotulos-de-alimentos-tenham-dados-mais-claros-21804470#ixzz5CIcajCiu 
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http://abran.org.br/para-profissionais/associacao-de-medicos-propoe-um-novo-rotulo-nos-alimentos/

https://idec.org.br/rotulagem

https://www.abia.org.br/vsn/tmp_2.aspx?id=358

 

 

Anemia: você sabia que não é só deficiência de ferro?

hemacias

A anemia, que pode ser hereditária ou adquirida, é mais conhecida pela população pela deficiência de ferro, a chamada anemia ferropriva, que pode ocorrer devido a perdas de sangue, deficiência na absorção de ferro, ou problemas na ingestão deste nutriente.

Existe também a anemia por deficiência de ácido fólico, especialmente para gestantes e a por deficiência da ingestão de vitamina B12, chamada de anemia megaloblástica (muito prevalente em que fez cirurgia bariátrica e alguns poucos casos em veganos) já a deficiência na absorção de B12 é chamada de anemia perniciosa.

Não entrei aqui no mérito das anemias com questões de deficiências hereditárias como talassemia, anemia falciforme, apenas nas nutricionais.

Gin: a bebida do momento!

gin

O gin é uma bebida destilada, aromática, feita a partir de bagas de zimbro e originária da Holanda (criada por um médico para ser usado como diurético), mas só se tornou popular ao chegar na Inglaterra.

O seu teor alcoólico é bem similar ao da Vodca e fica em torno de 40 a 47%. Cada fabricante tem seu modo de preparo e uso de especiarias (como o zimbro e alcaçuz), então seu sabor pode variar bastante, assim como os “estilos” de gin.

A bebida do momento é a Gin tônica, receita que facilmente numa pesquisa no Google, você encontra.

Essa bebida tem caloria média (60 Kcal a cada 30mL), quando comparado a bebidas com maiores teores alcoólicos como a cachaça e as com menores como o saquê. A Gin tônica tem em torno de 110 Kcal se não for a tônica zero, beeem menos calorias do que uma caipirinha (em torno de 250 Kcal) por drink.

 

 

 

 

 

 

 

Kefir

kefir

O Kefir é um probióticos, ou seja, é um conjunto de micro-organismos, os quais a partir da sua fermentação podem produzindo uma bebida fermentada, similar ao iogurte.

Por ser um probiótico ele tem diversos efeitos benéficos a flora intestinal e ao organismo como um todo. E tem-se relatado que tem mais colônias de bactérias que o iogurte, sendo assim, ainda melhor.

As bactérias já pré-digerem a lactose no kefir, então pessoas com intolerância à lactose (NÃO ALERGIA), muitas vezes conseguem ingeri-lo.

O Kefir não é vendido, ele deve ser doado e existem dois tipos de Kefir um deve ser cultivado no leite fresco o outro em água com açúcar

Se você quiser ler mais a respeito e sobre as evidências científicas, sugiro ler o artigo a seguir: https://essentialnutrition.com.br/conteudos/beneficios-kefir/

 

Diferenças entre alimentos processados, ultraprocessados, in natura, minimamente processados e industrializados

processados

– Alimentos in natura, segundo o guia alimentar da população brasileira de 2015, “são aqueles obtidos diretamente de plantas ou de animais (como folhas e frutos ou ovos e leite) e adquiridos para consumo sem que tenham sofrido qualquer alteração após deixarem a natureza”.

– Alimento industrializado é exatamente o que no nome diz, alimentos que passam por processos industriais: minimamente processados, processados e ultraprocessados.

  • Alimentos minimamente processados, segundo o guia alimentar da população brasileira de 2015, “são alimentos in natura que, antes de sua aquisição, foram submetidos a alterações mínimas”, como legumes e verduras embalados ou congelados, arroz parboilizado, frutas secas, castanhas, carnes resfriadas, etc.
  • Alimentos processados são aqueles que sofreram a adição de sal ou de açúcar, conservantes, etc. Exemplo: geleias, queijos, pães.
  • Alimentos ultraprocessados são aqueles que a sua fabricação envolve muitas etapas e a adição de diversos ingredientes. Exemplo: salgadinhos, miojo, refrigerante, biscoitos, balas, alimentos prontos para aquecimento (nuggets, salsichas, etc).