Gin: a bebida do momento!

gin

O gin é uma bebida destilada, aromática, feita a partir de bagas de zimbro e originária da Holanda (criada por um médico para ser usado como diurético), mas só se tornou popular ao chegar na Inglaterra.

O seu teor alcoólico é bem similar ao da Vodca e fica em torno de 40 a 47%. Cada fabricante tem seu modo de preparo e uso de especiarias (como o zimbro e alcaçuz), então seu sabor pode variar bastante, assim como os “estilos” de gin.

A bebida do momento é a Gin tônica, receita que facilmente numa pesquisa no Google, você encontra.

Essa bebida tem caloria média (60 Kcal a cada 30mL), quando comparado a bebidas com maiores teores alcoólicos como a cachaça e as com menores como o saquê. A Gin tônica tem em torno de 110 Kcal se não for a tônica zero, beeem menos calorias do que uma caipirinha (em torno de 250 Kcal) por drink.

 

 

 

 

 

 

 

Kefir

kefir

O Kefir é um probióticos, ou seja, é um conjunto de micro-organismos, os quais a partir da sua fermentação podem produzindo uma bebida fermentada, similar ao iogurte.

Por ser um probiótico ele tem diversos efeitos benéficos a flora intestinal e ao organismo como um todo. E tem-se relatado que tem mais colônias de bactérias que o iogurte, sendo assim, ainda melhor.

As bactérias já pré-digerem a lactose no kefir, então pessoas com intolerância à lactose (NÃO ALERGIA), muitas vezes conseguem ingeri-lo.

O Kefir não é vendido, ele deve ser doado e existem dois tipos de Kefir um deve ser cultivado no leite fresco o outro em água com açúcar

Se você quiser ler mais a respeito e sobre as evidências científicas, sugiro ler o artigo a seguir: https://essentialnutrition.com.br/conteudos/beneficios-kefir/

 

Diferenças entre alimentos processados, ultraprocessados, in natura, minimamente processados e industrializados

processados

– Alimentos in natura, segundo o guia alimentar da população brasileira de 2015, “são aqueles obtidos diretamente de plantas ou de animais (como folhas e frutos ou ovos e leite) e adquiridos para consumo sem que tenham sofrido qualquer alteração após deixarem a natureza”.

– Alimento industrializado é exatamente o que no nome diz, alimentos que passam por processos industriais: minimamente processados, processados e ultraprocessados.

  • Alimentos minimamente processados, segundo o guia alimentar da população brasileira de 2015, “são alimentos in natura que, antes de sua aquisição, foram submetidos a alterações mínimas”, como legumes e verduras embalados ou congelados, arroz parboilizado, frutas secas, castanhas, carnes resfriadas, etc.
  • Alimentos processados são aqueles que sofreram a adição de sal ou de açúcar, conservantes, etc. Exemplo: geleias, queijos, pães.
  • Alimentos ultraprocessados são aqueles que a sua fabricação envolve muitas etapas e a adição de diversos ingredientes. Exemplo: salgadinhos, miojo, refrigerante, biscoitos, balas, alimentos prontos para aquecimento (nuggets, salsichas, etc).

O que fazer na hora da compulsão alimentar?

compulsão

A vontade de comer (porque isso não é fome) ou a vontade de doce vem com tudo!! O que fazer? Aqui vão algumas dicas para ajuda-los.

– Beba muita água: por diversos motivos! Algumas vezes você está com sede e não consegue diferenciar e caso não seja isso você tenta se sentir saciada com bastante água

– Tome café: o café tem o poder de tirar o apetite

– Coma uvas pequenas uma a uma: as vezes nosso cérebro fica condicionado ao movimento de “levar a boca” – principalmente quem parou de fumar – e por isso vem a vontade de comer – então com as uvas uma a uma você leva algo a boca e auxiliar na diminuição da compulsão.

– Procure um nutricionista e um psicólogo, se isso for algo muito recorrente você precisa do auxílio de profissionais da saúde!

Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) – Vanessa Menck

As Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) são plantas que tem ganhado atenção do publico em geral, nutricionistas e chefes de cozinha no ultimo ano.

São plantas, raízes, flores, tubérculos que crescem espontaneamente em determinados locais. São chamadas de não convencionais, porque não temos o hábito de utilizá-las em nossa culinária. Frequentemente também, são consideradas ervas daninhas por crescerem quando e onde menos se espera.

São plantas com riquíssimo valor nutricional e adaptadas a região. Por conta disso, não necessitam de agrotóxicos, exigem pouco do solo, pouca atenção no cultivo e pouca água.

Alguns exemplos são: ora pro nobis, peixinho, taioba, seriguela, beldroega, capuchinha. Muitas delas inclusive, são consideradas medicinais tamanha a sua riqueza de nutrientes e propriedades funcionais.

Caruru

  • Origem: América Tropical.
  • Principais usos: suas folhas e sementes são comestíveis, principalmente as folhas tenras na forma de refogados puros ou em misturas.
  • Valor nutricional: fonte riquíssima de betacaroteno e de vitamina A, é considerado um alimento anticâncer e antioxidante. Por ser fonte de magnésio, favorece a produção de serotonina sendo um aliado no tratamento e prevenção de depressão. Possui muitos aminoácidos essenciais e também supre 30% das necessidades de cálcio para um dia.
  • O que substitui: por conter muitos aminoácidos essenciais, é mais proteico que o amaranto e a quinoa.

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Mangará

 

  • Origem: o mangará é conhecido como a flor, coração ou umbigo de bananeira, que tem origem asiática e foi introduzida no continente americano no século 15. Cultivada amplamente nas regiões tropicais pelo mundo para a produção de frutos.
  • Principais usos: culinário e como xarope. Sua casca pode ser usada como prato decorativo.
  • Valor nutricional: por conta do seu teor de fibras, é de grande auxílio em casos de constipação crônica e recuperação da microbiota intestinal, alimentando as bactérias boas do intestino.

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  • Origem: continente americano, em matas ciliares do Cerrado e Floresta Atlântica, nos trópicos desde a Flórida (Estados Unidos) até o Brasil, onde é encontrada da Bahia até o Rio Grande do Sul, com grande força em Minas Gerais.
  • Principais usos: planta trepadeira usada como ornamento paisagístico; na culinária, suas folhas, frutos e flores são consumidas cruas ou cozidas. As sementes podem ser usadas para produzir brotos, que são grandes e vigorosos. Suas folhas também são usadas de forma caseira para hidratar os cabelos.
  • Valor nutricional: alimento com 25% de sua composição de proteínas. Contém lisina, que atua diretamente no sistema imunológico, fortalecendo seu funcionamento prevenindo inúmeras doenças. Fonte de ferro, 100 gramas suprem basicamente toda a necessidade de um homem adulto em um dia. Suas folhas podem ser consumidas refogadas, cozidas, empanadas e em farinha. Ademais,
  • O que substitui: é um substituto importantíssimo da carne em dietas vegetarianas. Por ser uma planta da família da cactáceas, tem viscosidade suficiente para substituir ovos no preparo de pães e bolos.

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Taioba

  • Origem: América Tropical, sendo bastante usada no interior de alguns estados brasileiros como Minas Gerais e Rio de Janeiro.
  • Principais usos: suas folhas, talos e rizomas são usados exclusivamente bem cozidos, refogados ou fritos.
  • Valor nutricional: fonte de ferro, vitamina A e ácido fólico. Fortalece a imunidade, a circulação sanguínea e a visão. Auxilia no tratamento da gastrite, câncer de cólon e na perda de peso, pois fornece muitos nutrientes e saciedade com baixo teor de calorias.
  • O que substitui: pode ser usada refogada no lugar de folhas escuras como a couve para acompanhar feijoadas.

Post elaborado por:

Ma. Vanessa Menck 
Nutricionista Esportiva
CRN: 39.647
Graduada e Pós graduada pela UNICAMP
Especialista em Alimentação Vegetariana e Vegana
Coach de Saúde e Terapeuta Floral

Redes Sociais: 

Instagram – Vanessa Menck Nutricionista

Facebook – Vanessa Menck Nutricionista

Série Dicionário Alimentar: açúcar de coco

Vocês já devem ter visto no mercado o açúcar do coco e deve ter se perguntado, será que é melhor? Minha resposta é…SIM!

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Ele tem o mesmo poder de adoçar do açúcar branco e seu sabor é bem semelhante, apenas com um toque de caramelo a mais, além disso é tão calórico quanto.

Ele é feito das palmas de coco, que  solta uma seiva que é transformada no açúcar. Outro ponto importante é que por ser natural e não passar por nenhum processo de resfriamento ele é rico em vitaminas do complexo B, potássio, ferro, fósforo, zinco, cálcio,   e cobre.

O açúcar de coco tem índice glicêmico de 35 (o o açúcar refinado tem um índice em torno de 68), ou seja, o açúcar do coco é absorvido mais lentamente que o refinado.

Independente dele ser a melhor escolha ou não, use com moderação!

 

 

Série Dicionário Alimentar: palmito

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Eu sempre tive curiosidade de pesquisar a composição do palmito, então por isso, aproveitei e fiz um post para vocês!

Primeiramente, gostaria de falar que o palmito ele sempre é vendido em sal moura para sua conservação (água + sal), por isso sua quantidade de sódio não é reduzida.

O palmito tem em torno de 20 calorias a cada 100 gramas, em conserva. É rico em fibras, e contém cálcio, ferro, magnésio e fósforo em sua composição.

Tipos:

  • Pupunha (mais comum e bem molinho e plantio mais sustentável)
  • Juçara (ameaçado de extinção e bem carnudo)
  • Açaí (macio e suculento, parecido com o jussara)
  • Palmeira real (macio)
  • Guariroba (mais amargo e exótico)

Como escolher:

Sempre verifique na parte de baixo do vidro se ele tem uma textura igual, não muito fino e a água deve estar límpida. Além disso a embalagem e tampa devem  estar perfeitas.

Informação importante! Caso o palmito esteja contaminado e os micro-organismos do botulismo estejam presentes a lata ficará estufada, por isso sempre compre o palmito com ao menos 40 dias de produção, pois esse é o período que estes micro-organismos podem se desenvolver. Além disso, para evitar ainda mais o risco, ferva o palmito por pelo menos 15 minutos antes de consumi-lo.

Hidropônicos: eles não são orgânicos!

Há ainda uma confusão em relação a hidropônicos. Ela é uma técnica de cultivo onde as plantas, ficam em estufas e não há solo, as raízes ficam submetidas a uma solução nutritiva 100% do tempo e, por isso, é necessário a utilização de fertilizantes (a maioria à base de nitrato) para nutrir a planta.

E esse acúmulo de nitrato na planta não nos faz bem, este alimento não é orgânico e recebe agrotóxicos assim como os habitualmente produzidos.

O grande benefício aos produtores (e não a nós consumidores) é que a planta fica protegida em estufas do frio, geadas, e etc e assim, há menos perdas.

Por isso, sempre que possível, prefira alimentos orgânicos.